Bicicleta 100% madeira

Além dos materiais tradicionais (ferro, fibra de carbono, alumínio), alguns ciclistas gostam de inovar para construir bicicletas com materiais alternativos.

É o caso do britânico Michael Thompson, da Splinter Bike, que está fazendo uma bicicleta de alta performance usando apenas madeira. Diferente de outras bicicletas, essa é composta 100% de madeira, sem nenhum outro produto em sua estrutura.


O objetivo de Michael é atingir o recorde de velocidade em uma bicicleta toda de madeira. Para isso, ele chamou o ciclista James Tully, um triatleta, para alcançar a façanha.

Será que eles conseguem? No momento, eles buscam patrocinador para finalizar a bike e realizar os testes de velocidade.

Veja um vídeo sobre a construção da Splinter Bike:

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Bike Sharing

Quem mora em grandes cidades conhece bem os problemas de mobilidade que uma pessoa pode enfrentar todos os dias. Trânsito parado, dificuldade de estacionar, preços altíssimos e poluição são apenas os mais básicos.

Para fugir ou tentar solucionar alguns deles, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, optou por uma alternativa mais barata e prática de transporte: o sistema Velib de bike sharing, que é o maior do mundo, com 20mil bikes, 1800 estações espalhadas a cada 300 metros da cidade. Funciona de maneira bem simples, basta a pessoa ir até uma estação, seguir as instruções que aparecem na tela, escolher a bike e esperar o sinal verde para usá-la. Os 30 primeiros minutos são grátis e é possível comprar o ticket pela internet.

Esse tipo de sistema vem se espalhando por toda Europa, como Estocolmo, Barcelona e Viena. Além de planos para aumentar o uso de bicicletas como transporte em diversas cidades dos EUA (como NY e São Francisco). Alguns sistemas de bike sharing espalhados pelo mundo, mostram que esse movimento só cresce.

B-cycle

Os usuários se cadastram em um quiosque e possuem um cartão para destravar sua bike, que pode ser devolvida em qualquer uma das 50 estações da cidade. O sistema possui 500 bicicletas e foi criado pelas empresas Humana, Trek Bicycle e a agência Crispin Porter + Bogusky.

Nice Ride

São mil bicicletas espalhadas em 80 estações pela cidade. Para usá-las, é possível escolher entre chaves com validade de um dia (US$5) ou um ano (US$40), entre outros valores. Basta fazer o cadastro nos quiosques e reservar uma bike pela internet (através de um app) ou telefone.

Montreal BIXI

Mesmo sistema que o Nice Ride, onde as estações funcionam com energia solar e são desmontadas durante o inverno, de acordo com a demanda. São 5mil bikes e 400 estações com wi-fi e disponibilidade de bicicletas atualizada em tempo real.

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Espaço para família no trem bala japonês

Central Japan Railway (JR Tokai) instalou “vagões para família”, na linha do trem-bala Tokaido Shinkansen que liga Tóquio a Shin-Osaka, para famílias com crianças que viajam durante a temporada de inverno de viagens.

O carro foi criado como uma forma de permitir que as famílias se sintam mais à vontade para viajar com suas crianças, que costumam chorar ou fazer uma baguncinha. Assim não precisam se preocupar em estar atrapalhando ou incomodando a viagem dos outros passageiros.

Além do vagão reservado, os passageiros sobre os passageiros especiais tem autorização para usar um ou dois lugares extra para deitar a criança, colocar o carrinho e outros pertences. Além disso, a tarifa de adulto é de 7 a 9 por cento mais barata que a tarifa normal.

via.

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Monotrilho alemão a caminho da China

Os chineses parecem gostar de enfrentar seus problemas de transporte e trânsito de cima. Depois do Straddling Bus, a China está de olho no alemão H-Bahn, segundo o China Daily. Este sistema funciona com um monotrilho suspenso, criado pela Siemens. Atua desde 1984 em duas cidades do mundo: Düsseldorf e Dortmund, onde transporta até 5.000 passageiros por dia em uma linha de 3 km de comprimento.

Para entender o conceito, o H-Bahn se parece com uma estrada de ferro de cabeça para baixo ou um elevado sustentado por pilares de metal. Na Alemanha, o sistema opera sem condutor, a uma velocidade de cerca de 50 quilômetros por hora. Cada trem pode transportar cerca de vinte pessoas sentadas e muitos em pé.

Este tipo de infra-estrutura é muito grande para centros urbanos, onde o metro continua a ser a melhor meio de ir contra o trânsito, mas é muito bem adaptada às áreas mais mais distantes, como é o caso em Dortmund, onde atravessa o campus, ou em Düsseldorf, onde se liga a cidade ao aeroporto.

A vantagem desse tipo de transporte, ao contrário do metrô, é que ele é construído rapidamente e custa menos – uma oportunidade de cidades não muito desenvolvidas ou pequenas de desenvolverem um sistema de transporte eficiente.

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Cafés Pop-up na vaga do seu carro

Em Nova York as vagas de carro podem ser ocupadas por pequenos cafés, que melhoram o clima da rua mais cheia de caminhões e carros grandes estacionados, tornando o lugar agradável.

Saiu no Architects Newspaper:

The concept is simple: street space is limited and valuable. To that end, New York has been evaluating whether the highest and best use for street space along narrow sidewalks is storing cars. Like a glorified Park(ing) Day spot made (semi)permanent and held on high, these pop-up cafés invite pedestrians to imagine their city in new ways.

“The Pop-up Café has been like night and day for our business, transforming a loading zone full of trucks into an attractive space that makes our storefront much more visible and accessible to potential customers,” said Lars Akerlund, owner of Fika Espresso Bar.

Um projeto parecido começou um pouco antes em São Francisco: Parklet

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Vento que move o metro

Cada ano, o sistema de metrô de Nova York usa 1,8 bilhões de quilowatts-horas de eletricidade, tornando-o o maior consumidor de eletricidade da cidade. E, para mudar isso, a idéia é que as máquinas MetroCard para comprar as passagens ofereça a opção de pagar uma pequena quantia a mais para “comprar” parte da energia elétrica que o usuário gasta no metrô de uma fonte eólica não poluente ao invés das fontes tradicionais como hidroelétricas, nuclear e combustíveis fósseis.

Trecho da matéria da GOOD:

How it might work:
For its residential customers, ConEdison-the city’s only electricity company-charges an additional 2.5 cents per kilowatt-hour to use wind energy. The average subway ride uses 1.2 kilowatt-hours of power (based on 1.5 billion 2006 rides), which means the wind power surcharge would amount to 3 extra cents a ride-a 1.5 percent increase from the normal $2 charge.

What it means:
With a 1.5 percent surcharge, a seven-day unlimited pass would cost $24.36 (up from $24), and a 30-day unlimited pass would cost $77.14 (up from $76). Say the surcharge was 5 percent-those prices would only increase to $25.20 and $79.80. A 5-percent per ride surcharge with a slim 10-percent participant rate could inject as much as $15 million into the wind-power market annually.

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City-Go-Round

O City-Go-Round quer que o transporte público seja a primeira opção de mobilidade pra todo mundo. Para isso, acredita que pode transformar o transporte público em algo mais simples e acessível através de aplicativos construídos a partir de dados disponibilizados por suas próprias cidades (como quantidade e frequência de ônibus, metros e trens).


This image represents transit agency openess by size. Dark purple represents geographic areas with publicly aviailable transit data

O site reúne aplicativos que tem alguma relação com o transporte público de diversas cidades. Em breve pretende abrir para qualquer aplicativo que tenha a ver com mobilidade, não apenas para os públicos.

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